quarta-feira, 1 de setembro de 2010

3 ideias para expor quadros na parede

Profissionais dão dicas práticas para compor arranjos de telas, fotos, desenhos e esculturas nas paredes

Gravuras, telas, fotografias, desenhos e esculturas: veja como gente apaixonada por arte exibe suas coleções em conjuntos harmônicos e arejados, que respeitam as proporções do mobiliário e se integram à decoração. Aproveite e consulte as dicas de fotógrafos de como emoldurar e expor fotos. E, se você tem um arranjo de quadros em casa, fotografe e mande para o nosso fórum!

Sofá guia o arranjo
A dona deste apartamento idealizava ter um único quadro centralizado sobre o sofá, mas aceitou o conselho do arquiteto Saulo Szabó para testar uma composição menos comportada. “Peguei emprestadas várias obras numa galeria de arte e organizei os quadros no chão, estudando as proporções, até chegar ao arranjo aprovado por ela”, conta Saulo. Na hora de pregar as gravuras, a largura do sofá foi considerada e respeitou-se a distância mínima de 30 cm até o espaldar. “A fotografia veio depois, preenchendo o vazio abaixo da cúpula da luminária”, afirma.

Formatos em equilíbrio
Durante anos, várias obras da foto acima ficaram guardadas debaixo da cama do casal, envolvidas em plástico bolha. Quando se mudaram para esta casa, mais ampla e confortável, os dois realizaram o desejo de montar um canto na sala para expor a coleção de arte contemporânea. Amiga do casal, a decoradora Maria Fernanda Paes de Barros se encarregou de planejar o arranjo, usando as peças maiores como o ponto de partida. “Evitei colocar a redonda no centro, pois chamaria demais a atenção”, avalia. Sob as peças fixadas na parede, um banco oferece apoio às esculturas.
Composição intuitiva – parte 1
“Não segui um roteiro. Fui montando este conjunto conforme minha intuição”, conta o arquiteto Mario Celso Bernardes, que gastou três horas de um sábado para finalizar o arranjo de 24 obras na sala de seu apartamento. A primeira gravura a ir para a parede foi a de Hércules Barsotti, alinhada à esquerda com o braço do sofá.


Composição intuitiva – parte 2
“Variei os tamanhos e os formatos dos quadros, criando dinamismo. Cheguei até a errar algumas alturas, mas não tive dúvida de furar de novo a alvenaria”, diz o arquiteto Mario Celso Bernardes.

Fonte: www.casa.com.br

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