sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Plano de Ação de Eficiência Energética sai até julho

Confira matéria publicada na edição on line da Revista Sustentabilidade (www.revistasustentabilidade.com.br)

Até julho, o Brasil terá seu primeiro plano de ação de eficiência energética para o biênio 2012 e 2013 focados na indústria, nos transportes, nos prédios públicos, nas edificações em geral, e na implementação do programa Esplanada Sustentável. O plano poderá contar com novas critérios e fontes financiamento pelo BNDES, inclusive do Fundo do Clima, segundo informou Fernando Perrone, assessor da presidência da Eletrobrás e representante da empresa no Grupo de Trabalho do Plano Nacional de Eficiência energética (PNef).

Além de cogitar usar recursos do fundo para programas de eficiência energética, Perrone explicou que o BNDES deve melhorar as condições de financiamento para as ESCOS – consultorias que implementam projetos de conservação de energia.

“É a primeira vez que a eficiência energética entra no planejamento setorial”, disse.

Perrone condeu a entrevista no dia 19 de janeiro, dois dias depois da segunda reunião do GT, mas que já revelou o tamanho do desafio. O PNef, apesar de ter sido longamente discutido durante vários anos, foi finalmente aprovado pelo CNPE em outubro 2011. A criação do GT foi no dia 20 de outubro e a primeira reunião ocorreu no dia 7 de dezembro. A pŕoxima reunião será no dia 13 de março.

O PNef, um documento de premissas e diretrizes genéricas, aponta para uma economia na ponta de 10% até 2030. Ou seja, os ganhos de eficiência energética reduzirão o consumo em 2030 cerca de 10%.

“No PNef, existem dois conceitos de melhora na eficiência energética: o autônomo e o induzido pelo governo,” explicou Perrone. “O primeiro se baseia na ideia de que o interesse e investimento do setor produtivo irá trazer ganhos naturalmente, o segundo são ações do governo que possam induzir a eficiência. No entanto percebemos que o autônomo não é tão autônomo assim: falta muito conhecimento e o setor não avança sem a participação obrigatória do governo”.

Este entendimento, na visão de Perrone, é essencial, pois vai possibilitar definir ações concretas para poder atingir as metas e dar o próximo passo. O GT é composto por 11 pessoas, membros do governo e suas autarquias no setor energético. Ele é coordenado por Altino Ventura Filho, Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia. Além dele e mais um executivo do MME, compõem GT um de cada um destes órgãos: Cepel, Eletrobrás, Petrobras, EPE, INMETRO, Aneel, ANP. Ministério de Ciência e Tecnologia, Ministério do Meio Ambiente e um da Unifei.

Segundo Perrone, a predominância do governo não exclui o setor privado e nas duas primeiras reuniões já participaram como convidados o BNDES, Associação Brasileira dos Consumidores de Energia Elétrica (Abrace) e a Confederação Nacional das Indústrias (CNI).

“Vamos convidar especialistas e representantes dos setores envolvidos”, disse. “A ideia é fazer subgrupos para discutir cada tema definido”.

MUDANÇAS DE HÁBITOS

Como mostra a composição do GT, um dos eixos principais é harmonizar e integrar melhor os vários programas do governo, entre eles o PEE da Aneel, o Conpet gerido pela Petrobras, o Procel gerido pela Eletrobrás, além de trabalhar melhor os programas financiados por outros fundos setoriais como RGR tais como iluminação publica e melhoria da eficiência no saneamento básico.

As primeiras duas reuniões foram uma espécie de tomada de conhecimento, mas já foi proposto um fomulário para os membros par que delineiem as principais ações a serem desenvolvidas com descrições detalhadas, qual será o impacto estimado destas ações, os custos e as fonte de recursos possíveis.

A definição dos focos na indústria e nas edificações do plano de ação foram definidas pela sua transversalidade e pelo seu impacto. Os outros, são do setor público que tem, segundo Perrone, melhor capacidade de coordenar as ações.

No entanto, para Perrone,um grande debate nacional será necessário para avançar no plano para melhor conscientizar as empresas e o público.

“É preciso entender que existem ações que vão melhorar o consumo e outras que devem focar na demanda,” lembrou. “O primeiro já bem compreendido, mas o segundo é a ideia de reduzir a demanda nos horários de pico e isto requer uma visão muito mais completa do processo”.

Segundo Perrone, o setor produtivo precisa começar a olhar como seu consumo é distribuído ao longo do dia para planejar melhor as atividades, muita vezes são mudanças de comportamento e não necessitam de investimento em equipamentos.

SEM ACESSO A FINANCIAMENTO

No lado do setor público, a solução é mais complexa pois passa por vários problemas desde a falta de capacitação e capacidade financeira dos municípios, até problemas legais como a lei de licitações 8.666 que inibe a aquisição de equipamentos mais eficientes mas mais caros. Isto complica o acesso de prefeituras a recursos como do RGR para o Reluz, melhorias em prédios públicos e saneamaneto básico. Segundo Perrone, é preciso rever algumas questões regulamentais e técnicas, em 2011 apenas R$100 milhões foram liberados para o Reluz. Segundo dados da imprensa, o RGR mais de R$9 bilhões em caixa e cerca de R$6 bilhões a R$7 bilhões emprestados abaixo do custo de mercado.

“Há uma carência de projetos ou por falta de know-how ou por falta de capacidade financeira dos municípios ”, lembrou.

Por enquanto, as peças estão sendo encaixadas e o conceito é começar, segundo Perrone, pelo mais ‘fácil e que gere o maior impacto’.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Rodovias de São Paulo serão mantidas com reciclagem de pneus

Confira a matéria publicada no site da SWU (www.swu.com.br) sobre essa ideia sustentável e ecologicamente correta. Tomara que inspire novos projetos e seja copiada Brasil afora.

As rodovias de São Paulo serão mantidas e conservadas com pneus reciclados. O projeto de lei do deputado estadual de São Paulo Reinaldo Alguz (PV) foi aprovado na Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador o estado, Geraldo Alckmin (PSDB), em janeiro.

O uso de borracha pulverizada, resultante do processo de reciclagem de pneus velhos, na composição do asfalto tem uma série de vantagens. Além de ser uma solução sustentável para o acúmulo de pneus sem uso, esse material faz com que o asfalto tenha maior durabilidade e os custos de produção sejam menores.

Essa tecnologia já foi utilizada em alguns trechos, como na Rodovia dos Bandeirantes entre os quilômetros 85 e 78, sentido capital. Na época, a concessionária CCR AutoBAN, que administra a estrada, informou que cerca de 450 mil pneus foram reciclados para a recuperação dessa parte da rodovia. Agora, com a nova lei, o asfalto ecológico se torna obrigatório.

Facilidade na locação de imóveis para universitários


Universitário, você sabia que locar um apto ou casa pra morar pode ser algo muito mais fácil do que você imagina? Na Brognoli o fiador pode ser seu pai ou sua mãe e você também não precisa comprovar renda! Legal, né? Então só se preocupe mesmo em estudar e aproveitar essa fase tão gostosa da vida. Ah, e lá vão algumas dicas do portal Implantando Marketing (www.implantandomarketing.com.br) para você viver sua fase universitária da melhor forma possível.

Veja:

1) Seja participativo nas aulas. Não precisa ser nerd, enfiar a cara nos livros, etc. Vez ou outra levante a mão e faça um aparte, uma pergunta, tire uma dúvida com o professor, mostre-se interessado.

2) Não espere muito para procurar um estágio. Tem empresas que começam a contratar já a partir do segundo período. Mesmo que você não se sinta preparado, estágio é pra aprender também.

3) Eu fiquei mais de dois anos como estagiário em uma mesma empresa, aprendi pra caramba, mas meu conselho é: não faça isso! Eu já tinha aprendido o que deveria aprender lá, já era passada a hora de procurar outra coisa pra fazer, adquirir outras competências, conhecer outras pessoas, enfim, aumentar meu networking e conhecimento. Portanto, é preferível você estagiar a cada seis meses em uma empresa diferente do que ficar o curso todo na mesma empresa, mesmo que seja pra ganhar menos às vezes. Depois de formado, são mais portas pra você bater.

4) Hoje em dia, com passagens aéreas mais em conta e dólar mais barato, é muito mais fácil fazer um intercâmbio nas férias da faculdade. Procure uma dessas agências de viagem que fazem esse tipo de programa (alguns deles, inclusive, são remunerados e a viagem pode sair de graça). É bom pra você como pessoa e como profissional. Empresas valorizam currículos com experiências no exterior, mesmo que seu inglês não seja lá essas coisas. É uma credencial da sua capacidade de se virar.

5) Como na faculdade, seja participativo também no trabalho. Compartilhe conhecimento.

Brognoli ganha destaque no Diário Catarinense


A Brognoli acaba de estrear a campanha 2012 para captação de proprietários, com um anúncio publicado na home da versão online do jornal Diário Catarinense, além de anúncios estáticos e exclusivos para quem acessa o site pelo celular.

Criado pela Sonar Comunicação Mix, o banner publicado na internet conta com uma roleta animada que gira e a cada posição que para mostra as vantagens que a Brognoli oferece na locação, como retorno, segurança e visibilidade.

A outra grande novidade é o anúncio institucional da marca Brognoli na coluna do jornalista Ancelmo Góes, na página 2 do Diário Catarinense, um dos espaços de maior visibilidade do jornal.

A campanha também será veiculada na InfoTV, no Shopping Beira Mar. Os anúncios ficarão no ar até o dia 15 de maio.

Confira o banner animado em www.diariocatarinense.com.br ou www.brognoli.com.br